
A censura impede cenas de sexo, reclassifica humor mas na hora de proteger o estado laico do predomínio ideológico de religião ou doutrina ”x” fica calada. Esse Jihad branco forçado contra os não seguidores dos princípios que eles acreditam serem os de Cristo (baseado na leitura PARTICULAR que fazem do evangelho) é um perigo ao nosso país, a nossa liberdade de culto, crença e expressão. Se debater por vários viés um tema de interesse pra sociedade é sinônimo de ser massacrado por correntes filosóficas oriundas do iluminismo o que podemos dizer da visão unilateral que sufoca o resto do mundo numa espécie remake atemporal do controle exercido pela igreja católica no período medieval?
É preciso defender a liberdade de culto ou da ausência de fé de todo e qualquer indivíduo? Obviamente sim. Dificilmente muda-se as convicções de um indivíduo suficientemente rijo nos seus conceitos mas acredito que é função do estado garantir a liberdade de culto e expressão. Falo isso depois de ler atentamente este artigo e este outro do site Gospel Mais e da seguinte nota de Marisa Lobo, psicóloga cristã, transcrita:
Estreia novo programa do pastor Silas Malafaia na Band, dia 06/04 às 12 horas, #FalaMalafaia, um programa de entrevista interativo, social político, trará discussão, sobre temas, que estão trazendo sérios conflitos éticos, no cenário, mundial, política, plc122, ditadura gay, aborto, eutanásia, liberação de drogas, política, etc. Temos que questionar como cristãos, integrantes de uma sociedade que está se tornando cada vez mais relativista.
Estamos sendo massacrados por correntes filosóficas oriundas do iluminismo que vem a anos fragmentando nossa ética, nos induzindo a acreditar que tudo é relativo, que o que importa é a realização de prazer. Estamos caindo na armadilha dessas correntes emotivas de que tudo é questão de preferência social, e que, se dermos nossa opinião seja por convicções religiosas, morais, princípios éticos, estaríamos incorrendo em um crime. Por falta de conhecimento, sucumbimos e nos escondemos.
Um programa como esse do Pr. Silas Malafaia é a resposta de muitas orações. Muitos tem se perguntado o que fazer, como fazer e até onde podem ir. Este programa vai trazer um alerta social muito grande a nossa nação e ao nosso povo.
O povo sofre por falta de conhecimento, e convoco a todos os cristãos a estarem ligados neste programa, #FalaMalafaia, todos os domingos a partir do dia 06/05 ás 12 horas. 1 hora de debates de conhecimento. A mordaça vai ser retirada, bem como a venda nos olhos de muitos cristãos sobre, principalmente, cidadania.
Os temas serão polêmicos, os debates calorosos, e estarei no primeiro programa, juntamente com um médico católico, discutindo com Pr. Silas Malafaia, sobre aborto anencefálico, aborto voluntário, e suas consequências físicas e psicológicas, negadas por quem deseja sua legalização. Aborto causa inúmeros transtornos psíquicos, a curto médio, e longo prazo, inclusive podendo levar a praticante, dependendo de seu estado emocional, a uso e abuso de drogas e até mesmo ao suicídio.Devemos levar em conta também, que pesquisas feitas recentemente mostram que mulheres protestantes também tem feito aborto, 12% das entrevistadas, o que mostra que o prazer inconsequente, relativista já chegou em nossas igrejas.
Meus argumentos são de longe anti-evangélicos, cristão ou qualquer outro tipo fé (ou ausência dela) acho bom deixar claro, para que as réplicas de quem lê sejam menos inflamadas, que tenho fé e também desenvolvo minhas atividades religiosas. Contudo, minha preocupação é como cidadãos para onde estamos indo, pois o homem já se perde há muito tempo na briga besta para provar de onde viemos em detrimento da pergunta mais interessante que seria quem somos, mas para diminuir a filosoficidade do vai-e-vém existencial, poderíamos começar por dentro de cada um de nós enquanto membros do país, não é? De qualquer forma, acho importante trocar a turma do Didi a partir do próximo Domingo (Band/12 horas) e formar uma opinião ao lado desse cidadão que interpreta o papel de Pastor Silas Malafaia na nossa sociedade…




































